Sem senhas: um e-mail na primeira vez, a digital em todas as outras.
O comprador entra na sua loja atacadista com o e-mail, ou com a conta Google, Microsoft ou Yahoo que já tem aberta. A partir do segundo acesso, com a digital ou o rosto do próprio dispositivo. Sem senhas para lembrar e sem senhas para recuperar.
A senha é onde o cadastro se perde.
No atacado, quem se cadastra está trabalhando: pede do balcão, do depósito ou da rua. Cada passo a mais entre ele e o catálogo é um pedido que fica para depois.
O cadastro que não se conclui
Escolher uma senha, confirmá-la e achar onde guardá-la são três decisões antes do primeiro preço aparecer. Muitos cadastros morrem aí.
O pedido que fica para depois
"Entro depois" quer dizer "não compro hoje". Recuperar uma senha esquecida é um desvio de três telas, um e-mail e um bom tempo.
O chamado que chega à sua equipe
"Não me deixa entrar" é o motivo de suporte mais previsível do canal atacadista, e sempre alguém resolve na mão.
Uma única tela para entrar e para se cadastrar.
Não existe "entrar" de um lado e "criar conta" do outro. O comprador digita o e-mail: se a conta existe, ele entra; se não existe, ela é criada no mesmo passo e ele segue para o catálogo.
- Sem bifurcação. Um único campo decide tudo.
- Sem senha para inventar nem confirmar duas vezes.
- Mesmo fluxo para clientes, vendedores e gerentes.
O cadastro deixa de ser um formulário e vira uma linha.
A identidade é confirmada pela conta que ele já tem aberta.
Há dois caminhos e os dois terminam igual: dentro. A loja escolhe o correto conforme o e-mail, sem perguntar nada.
O provedor confirma a identidade em um toque: o navegador já tem a sessão aberta e só falta escolher a conta.
Um link de acesso chega à caixa de entrada. Esse link abre a loja com a sessão iniciada: sem código para copiar nem senha para escolher.
A loja nunca vê uma senha, então não há senha que possa vazar.
Depois do primeiro acesso, a loja oferece a digital.
Assim que entra, a loja propõe ativar o acesso biométrico. Um toque, a confirmação do sistema —Face ID, Touch ID, Windows Hello ou o leitor do Android— e o aparelho guarda uma credencial assinada para o seu domínio.
- A credencial não viaja. Vive no aparelho; o servidor só guarda a parte pública.
- A digital não sai do aparelho. O sistema operacional confirma; a loja nunca a recebe.
- Está atrelada ao seu domínio. Uma página falsa não consegue pedi-la nem reutilizá-la.
É o padrão de passkeys: não há senha para interceptar porque não há senha.
Na segunda vez não se digita nada.
A tela de acesso reconhece o aparelho e mostra um único botão: continuar como aquele comprador. Um toque, a digital, dentro. Sem e-mail, sem esperar a mensagem, sem trocar de aba.
- Digitar o e-mail
- Confirmar com o provedor ou com o link
- Dentro, com a conta já criada
- Um toque em "Continuar como…"
- A digital ou o rosto
Ativa e desativa por aparelho.
O comprador vê o status no perfil e controla sozinho: ativado neste aparelho, ou não. A credencial é daquele equipamento. Trocou de telefone, ativa de novo; usou o computador do balcão, remove dali mesmo.
Nada que um administrador tenha que resetar na mão.
Identidades que seu comprador já tem, e biometria que o aparelho dele já sabe ler.
As marcas citadas pertencem a seus titulares e são mencionadas por compatibilidade. O acesso biométrico usa o padrão aberto de passkeys, suportado hoje por Chrome, Safari, Edge e Firefox.
Clientes, vendedores e gerentes entram igual.
O cliente atacadista
Pede do balcão, entre um cliente e outro. Abre a loja, encosta o dedo e monta o pedido.
O vendedor na rua
Muda de loja o dia todo e faz pedidos pelo celular. Nunca precisa procurar uma senha num caderno.
O gerente do negócio
Entra no painel pelo mesmo mecanismo, sem uma lista de senhas da equipe para manter.
Tire a senha do caminho entre o seu comprador e o seu catálogo.
Mostramos o acesso funcionando em uma loja do seu segmento, com seus produtos, sem compromisso.
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